05/07/2010

E2

Contés a inercia do caixón
degrañándo o xaxún da ausencia
coma fiuncho servil
dun tempo pasado

1 comentário:

O Garcia do Outeiro disse...

Este poema parece que procura conter a expressom a longitude o tempo, e, no entanto, tem umha fondura e todo um caudal de expressom. Parabéns.

P.D.: se desejas uniner-te ao Desmembro ou convidar pessoas, já que é um blogue de criaçom literária livre só tés que avisar-nos. A única condiçom é que se faga em galego-português (tanto tem que seja na grafia histórica que eu emprego ou na grafia "oficial").